UNAIDS apoia desenvolvimento de aplicativos para conscientizar jovens do Brasil sobre combate ao HIV


Aplicativos para tirar dúvidas de jovens sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e para estimular uso de preservativos foram destaque de participação do UNAIDS Brasil na 21ª Conferência Internacional sobre Aids, que acontece nessa semana, na África do Sul.

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Aplicativo “Becum” cria espaço de diálogo para que usuários tirem dúvidas e dialoguem abertamente sobre sexo e DST’s. Foto ABEME

 

Em evento da 21ª Conferência Internacional sobre Aids, na África do Sul, para discutir o uso de tecnologias multimídia de comunicação no combate ao HIV, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) no Brasil apresentou aplicativos elaborados com parceiros para tirar dúvidas de jovens sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e para estimular o uso de preservativos.

O assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do agência da ONU no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, destacou a experiência positiva do UNAIDS na organização, no início de 2016, de um hacktathon — uma maratona digital que debateu com desenvolvedores de apps e games temas como educação sexual e prevenção de ISTs junto aos jovens.

A iniciativa foi realizada com a Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) e o Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids da Secretaria estadual da Saúde de São Paulo (CRT-SP).

Dois aplicativos foram destaque ao final do encontro: o Becum e o Cami Sutra.

O primeiro funciona como uma rede social onde os usuários podem interagir uns com os outros e discutir abertamente as suas dúvidas em relação ao sexo e às ISTs. Já a proposta do Cami Sutra é erotizar o uso dos preservativos para incentivar relações sexuais seguras.

Os softwares ainda estão em fase de desenvolvimento e vão ser aprimorados e adaptados para o público jovem com o apoio técnico do UNAIDS e do CRT-SP.

“O uso dessas novas tecnologias representa uma grande oportunidade de pensarmos sobre como dialogamos com a juventude e de fornecermos um novo espaço e novas ferramentas para trazer mensagens sobre prevenção e sobre o enfrentamento à discriminação”, explicou Lima.

Outro destaque da sessão da Conferência Internacional — que reuniu especialistas do Canadá, dos Estados Unidos e da África do Sul, além dos participantes brasileiros — foi o aplicativo Tá na Mão, criado pela Prefeitura de São Paulo e lançado em dezembro de 2014.

“É um aplicativo para orientar pessoas com uma avaliação de risco e de conduta a respeito de infecções sexualmente transmissíveis, principalmente entre jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens”, explicou a coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids da capital paulista, Eliana B. Gutierrez.

Via Onu Brasil

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