ONU-Habitat e governo do Pará lançam iniciativa para promover desenvolvimento sustentável


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Instaçõesdo Porto Trombetas em Oriximiná, no noroeste do Pará. Foto: WikiCommons(CC) / Carolina Teixeira de Melo Franco

 

 

O plano “Pará 2030” define áreas estratégicas da economia paraense para receberem investimentos nos próximos 15 anos. A expectativa é de que, até 2030, o PIB paraense cresça em 76 bilhões de reais. O ONU-Habitat vai trabalhar junto às autoridades e ao setor privado para prever e reduzir impactos sociais e ambientais dos projetos de crescimento.

Em parceria com o governo do estado do Pará e o setor privado, o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) lançou, no início de fevereiro, o plano de desenvolvimento econômico e sustentável “Pará 2030”, voltado para as regiões do Tapajós e do Xingu. Além de definir quais setores são estratégicos para a economia paraense, a iniciativa pretende reduzir os impactos sociais e ambientais de grandes empreendimentos, como hidrelétricas, ferrovias, portos, minas e estradas.

As negociações que deram origem ao “Pará 2030” começaram em agosto de 2015, quando representantes da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) e da consultoria empresarial McKinsey escolheram dez áreas produtivas como prioritárias, baseando-se nas vocações do estado.

Entre os setores da economia incluídos no plano estão o agronegócio, a agricultura familiar, a pesca e aquicultura, a atividade florestal, a biodiversidade, a mineração, energia e serviços ambientais.

As ações previstas pelo plano para os próximos 15 anos envolvem o investimento em pesquisa e desenvolvimento, a capacitação técnica, a melhoria dos métodos de produção e a atração de novos negócios. A expectativa é de que, juntas, essas atividades aumentem o Produto Interno Bruto (PIB) paraense em 76 bilhões de reais até 2030. O ONU-Habitat atuará na prevenção de problemas em territórios afetados por projetos de expansão das atividades econômicas.

“Com o ‘Pará 2030’, iremos trabalhar 23 cadeias econômicas e oportunidades, visando crescer a economia paraense em torno de 6% a 7% ao ano, para que, em 15 anos, tenhamos igualado a renda per capita do Pará à média do Brasil. Já o ONU-Habitat norteará os grandes licenciamentos ambientais que forem implantados no Pará, de forma que os projetos efetivamente tragam desenvolvimento para as regiões em que forem implantados”, disse o chefe da SEDEME, Adnan Demachki.

Via ONU Brasil

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